MEC faz ajustes nas regras dos livros escolare

Brasil que Lê – A Abrelivros,
que representa as editoras de livros escolares, está exultante. Após
anos e anos pelejando, o Ministério da Educação topou que as editoras
que tiverem livros reprovados pelos técnicos tenham o direito de
recorrer até dez dias depois da divulgação dos resultados da avaliação.
Outra mudança: se forem encontrados erros pontuais nas obras inscritas
para o Programa Nacional do Livro Didático, os responsáveis terão cinco
dias para corrigi-los, desde que não ultrapassem 5% das páginas. Semana
passada, Jorge Yunes, presidente da entidade, era só elogios ao ministro Fernando Haddad.

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